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Música nas escolas

  Modelo de inclusão sociocultural
Responsável por introduzir a música na rede municipal de ensino de Mogi das Cruzes, em 2002, Junji comemora avanços do trabalho, que contempla 11 mil alunos
16/04/2018 Enviar por e-mail Versão para Impressão acessos
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Junji: "Modelo nacional para inclusão sociocultural e transformação dos pequenos em cidadãos participativos, por meio da música”
 
Tudo começou com 175 crianças e adolescentes de regiões de alta vulnerabilidade de Mogi das Cruzes, na Grande São Paulo. Naquele ano de 2002, primeira gestão de Junji Abe como prefeito, surgia mais que o coral infanto-juvenil Canarinhos do Itapety. “Nascia o modelo nacional para inclusão sociocultural e transformação dos pequenos em cidadãos participativos, por meio da música”, definiu o atual deputado federal (MDB-SP), neste sábado (14/04/2018), durante o concerto de abertura da temporada 2018 da iniciativa que contempla, atualmente, 11 mil alunos em 17 polos educacionais.

Do Coral Canarinhos do Itapety, foram selecionados integrantes para a formação da Banda Boigy e da Orquestra Sinfônica Jovem Minha Terra Mogi. Aos poucos, as linhas de atuação ganharam ramificações, dando origem ao Quarteto de Metais, ao Quinteto de Cordas, à Camerata de Cordas e à Orquestra Sinfônica Jovem de Mogi das Cruzes.

Segundo Junji, foi o modo de acolher diferentes vocações e faixas etárias. Ao longo da história, o coral Canarinhos do Itapety reúne um mosaico de lições e superação. Muitos ex-integrantes se profissionalizaram no segmento musical e artístico, atuando hoje como professores, músicos e maestros, seja dentro do próprio projeto que os formou ou então em renomadas instituições do segmento musical, perpetuando os ensinamentos, valores e a missão dos Canarinhos. “Era comum a criança começar no coral, passar por outros grupos, ingressar na orquestra, virar instrutor do próprio projeto e até maestro”, enumerou o deputado, ao citar que o hoje maestro Cleber Felipe estreou aos 10 anos no mundo da música, como integrante do Canarinhos.

A saga, iniciada pelo ex-prefeito (2001 a 2008), que fez a iniciativa evoluir ao longo dos anos, foi lembrada pelo maestro Lélis Gerson, que comanda o segmento instrumental, por meio da Associação Orquestra Sinfônica de Mogi das Cruzes: “Junji foi um visionário, alguém além do seu tempo, reconhecendo o valor da música e utilizando tudo o que ela representa para transformar vidas”. Igual avaliação foi feita pelo atual prefeito Marcus Melo (PSDB): “Junji foi um grande gestor municipal. Temos a honra de dar continuidade e ampliar esse trabalho!”

A inclusão de aulas de musicalização e ensino sinfônico na grade curricular dos alunos das escolas municipais formatou o Projeto “Pequenos Músicos... Primeiros Acordes na Escola”, desenvolvido pela Prefeitura, por meio da Secretaria de Educação. A titular da Pasta, Juliana Guedes, também destacou “a semente plantada por Junji na rede municipal”, há quase 16 anos, como ferramenta extra para a evolução do estudante como indivíduo e cidadão.

De acordo com a educadora, o estudo da música potencializa o desenvolvimento da lógica, capacidade de concentração e de memorização, coordenação motora, paciência e outras características. Junji rememorou que o conteúdo programático do projeto foi modelado para oferecer mais que a educação musical. “Nossa preocupação era ajudar na formação da criança sob o aspecto integral. As aulas também tratavam de ética, civismo, diversidade e cidadania, além de propiciar a interdisciplinaridade, impulsionar a criatividade, estimular o companheirismo e valorizar a disciplina, entre outros valores”, sintetizou elei, que se define satisfeito em constatar que o processo evoluiu, colaborando com a sociedade.

Ao falar para a plateia que lotou o auditório do Cemforpe – Centro Municipal de Formação Pedagógica, também implantado por ele enquanto prefeito, Junji evidenciou que “uma boa ideia só pode render bons frutos, se tem a junção de uma série de fatores: a plena dedicação de uma equipe de primeira linha, a paixão dos contemplados e a continuidade administrativa”. Ele disse que a inserção da música no ensino municipal mogiano foi brindada por esse tripé.

O deputado enumerou o trabalho hercúleo de pessoas que conduziram o processo nas secretarias, como José Luiz Freire de Almeida (em 2002, na Cidadania e Ação Social; hoje, na pasta de Transportes), Maria Geny Borges Ávila Horle, Maria Aparecida Cervan Vidal e Juliana Guedes (Educação), assim como o maestro Lélis Gerson e a maestrina Solange Urbano, entre outros. Sob o aspecto administrativo, elogiou a vontade política e disposição do ex-prefeito Marco Bertaiolli (PSD) e do atual Marcus Melo para a continuidade e avanços do trabalho.

Pautados pela valorização do ser humano, sua integração à sociedade e o exercício da cidadania, os projetos envolvem crianças que, “por meio da música, criam a perspectiva de um futuro melhor, longe da violência e da criminalidade”, como descreveu Junji. “São exemplos de como o poder público pode colaborar no combate ao uso de drogas – incluindo fumo e bebidas. É preciso oferecer opções atraentes às crianças e adolescentes para que, bem orientados e envolvidos com atividades multiculturais e esportivas, escolham dizer não aos vícios”.

Defensor incondicional do período integral nas escolas, Junji assinalou que “o ensino da música é indispensável”. A maciça presença dos familiares dos mais de 250 jovens que se apresentaram no concerto, completou ele, “confirmam a admiração e o encanto que o processo desperta” na família. “Além da tranquilidade de saber que seus filhos estão na escola o dia todo, longe da violência das ruas, adquirindo múltiplos conhecimentos e recebendo cinco refeições diárias, os pais têm a felicidade de saborear um pouco das maravilhas que seus pequenos aprenderam”, pontuou o deputado, observando que Mogi oferece tempo integral a cerca de 52% do universo estudantil matriculado na rede municipal.

Também participaram do concerto o secretário de Cultura do Estado de São Paulo, Romildo Campello, a primeira-dama Karin Melo, presidente do Fundo Social de Solidariedade de Mogi; o vereador mogiano Marcos Furlan (DEM);
e o secretário municipal de Cultura, Mateus Sartori, entre outras autoridades e lideranças comunitárias.

Concerto
A programação começou com os jovens músicos da EM – Escola Municipal Prof. Mario Portes, seguidos pela Banda Escolar do Cempre – Centro Municipal de Programas Educacionais Oswaldo Regino Ornellas, ambas em Jundiapeba, e do coral da EM Dr. Luiz Beraldo de Miranda, no Parque Olímpico. A Banda Sinfônica Jovem de Mogi das Cruzes fechou o concerto, incluindo solo especial com o clarinetista Matheus Martins, ex-aluno do projeto que se especializou em música.
Aulas de musicalização ocorrem no horário regular e o ensino sinfônico no contraturno escolar para alunos de 16 unidades municipais, além do Ciarte – Centro de Cidadania e Arte, também implantado por Junji enquanto prefeito, onde a Banda Sinfônica realiza seus ensaios.

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Mais informações:

Mel Tominaga
Jornalista – MTB 21.286
Tels: (11) 99266-7924 e (11) 4721-2001
E-mail: mel.tominaga@junjiabe.com
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