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Comissão de Agricultura

  Campanha pelo consumo de hortifrútis
Ao desejar atuação produtiva ao novo presidente e à toda diretoria da comissão, Junji ressalta importância de desenvolver hábito da alimentação saudável para prevenir doenças e condena boatos sobre defensivos agrícolas
09/05/2018 Enviar por e-mail Versão para Impressão acessos
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Junji: “Sou de Mogi das Cruzes, o lugar certo para quem quer se manter jovem. A prova está nos seus quase 500 mil habitantes”
 
Ampliar o consumo de hortaliças e frutas para desenvolver na população o hábito da alimentação saudável, capaz de prevenir doenças, é um dos grandes desafios a serem vencidos no Brasil, ao lado da implantação de políticas públicas voltadas à oferta de assistência técnica e extensão rural, acesso ao crédito e adequação das centrais de abastecimento. A avaliação foi feita pelo deputado federal Junji Abe (MDB-SP), durante reunião da Capadr – Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural da Câmara dos Deputados, nesta quarta-feira (09/05/2018).

Integrante da terceira geração dos Abe na agricultura e com um histórico de mais de meio século como líder rural, Junji voltou a pedir que os integrantes do colegiado unam esforços para combater um dos fatores que afetam o consumo regular de hortifrútis: as sucessivas acusações infundadas de que os produtores “envenenam os alimentos” com defensivos agrícolas. “Lamentavelmente, há até uma parcela reduzida de parlamentares fazendo a campanha nefasta, improcedente e injusta. São impulsionados por organizações estrangeiras para espalhar, aos quatro ventos, que verduras, legumes e frutas estão contaminadas com veneno”.

Órgãos como a Anvisa – Agência Nacional de Vigilância Sanitária têm provas técnicas da inexistência de resíduos de defensivos agrícolas em alimentos, capazes de trazer risco agudo à saúde. “Nem isso aplaca a sede de gente mal-intencionada, que passa ao consumidor a ideia equivocada de que ele está comendo produto contaminado, levando-o a cortar itens do seu cardápio”, criticou Junji, ao observar que a boataria chega ao cúmulo de disseminar que “os recém-nascidos correm risco de morrer porque se alimentam de leite materno com veneno”.

A disseminação de inverdades do gênero prejudica toda a cadeia produtiva e massacra ainda mais os produtores, como apontou Junji ao saudar o deputado Roberto Balestra (PP-GO), eleito novo presidente da Capadr. Ele tem 74 anos, é um dos parlamentares mais longevos da Casa, tendo sido deputado constituinte em 1986, e substitui Dilceu Sperafico (PP-PR), que assumiu o cargo de secretário-chefe da Casa Civil do Paraná.

Estendendo os cumprimentos à toda diretoria eleita, Junji arrancou gargalhadas dos integrantes da comissão ao dizer que, se fosse do PP, por idade, seria guindado à presidência da Capadr. “Tenho 77 anos”, disparou, causando uma sequência de burburinhos na plateia, incrédula, diante da sua aparência jovial. O deputado paulista disse que não sofre de hipertensão, diabetes, colesterol alto e nenhum outro problema de saúde, porque a base da sua dieta são verduras, legumes e frutas. “Sou de Mogi das Cruzes, o lugar certo para quem quer se manter jovem. A prova está nos seus quase 500 mil habitantes”, pontuou, muito aplaudido.

Junji contou que, no início do século passado, a chegada dos imigrantes japoneses consolidou na Cidade a posição de potente polo produtivo de verduras, legumes, bulbos, tubérculos, frutas, e flores e plantas ornamentais. “Detém o título de Cinturão Verde mais produtivo e importante do Brasil”, acrescentou, contando que Mogi das Cruzes é o referencial brasileiro em tecnologia na horticultura, além de liderar o ranking da produção nacional de caqui, nêspera, cogumelos e orquídeas, mantendo posições de vanguarda também no cultivo de folhosas e plantas ornamentais, entre outros itens.

“Pretendo viver até 150 anos para poder comprovar as conquistas tão necessárias à família a que nós pertencemos – a de hortifrutiflorigranjeiros”, arrematou Junji, ganhando sonoros elogios na Capadr. Embora trabalhe de sol a sol, sem domingos nem feriados, “para alimentar a Nação e carregar a economia brasileira nas costas”, o produtor rural não tem o reconhecimento dos governantes, assim como ainda é pouco valorizado pela população urbana, de acordo com o deputado.

O brasileiro consome apenas 132 gramas de hortaliças e frutas por dia. “É preciso triplicar o consumo no País para atingir o nível recomendado pela OMS (Organização Mundial da Saúde), que é de 400 gramas diários por pessoa”, observou Junji.
A capacidade produtiva anual de hortaliças no Brasil é de 102 quilos por habitante. Porém, contrastou o deputado, cada brasileiro consome apenas 27 quilos de verduras e legumes por ano. “Isso mostra o quanto o consumidor precisa ser conscientizado para a alimentação saudável, à base de hortifrútis, e livre da boataria criminosa”.
Mais informações:

Mel Tominaga
Jornalista – MTB 21.286
Tels: (11) 99266-7924 e (11) 4721-2001
E-mail: mel.tominaga@junjiabe.com
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