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  Escolhido do cooperativismo
Dirigentes de cooperativas ligadas aos mais diversos ramos de atividade manifestam integral apoio da categoria para reconduzir o deputado federal Junji Abe ao cargo, nas próximas eleições
11/08/2018 Enviar por e-mail Versão para Impressão acessos
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Del Grande, presidente do Sistema Ocesp: “Precisamos continuar contando com representação política de primeira linha, na pessoa do Junji, para garantir a implantação de políticas públicas adequadas ao sistema cooperativista”
 
Em evento coordenado pelo Sistema Ocesp – Organização das Cooperativas do Estado de São Paulo, o deputado federal Junji Abe (MDB-SP) foi oficialmente declarado, pela terceira vez consecutiva, “candidato do cooperativismo paulista” à Câmara Federal. A indicação ocorreu na noite desta sexta-feira (10/08/18), durante a celebração do 20º Aniversário do Sescoop/SP – Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo do Estado de São Paulo.

Marcado pela assinatura da “Carta de Compromisso com o Cooperativismo nas Eleições 2018”, o evento reuniu mais de 1 mil dirigentes de cooperativas dos vários setores de atividades e municípios do Estado, além de autoridades paulistas, no Clube Hebraica, em São Paulo. “Precisamos continuar contando com representação política de primeira linha, na pessoa do Junji, para garantir a implantação de políticas públicas adequadas ao sistema cooperativista e viabilizar os avanços necessários ao segmento”, declarou Edivaldo Del Grande, presidente do Sistema Ocesp, que também comanda o Sescoop/SP.

Desde que chegou ao Congresso Nacional, em 2011, Junji integra a Frencoop – Frente Parlamentar do Cooperativismo. Foi diretor sindical e coordenador do Ramo de Trabalho no colegiado. Figuram entre as suas batalhas a aprovação de projetos que disciplinam a adequação do ato cooperativo, o apropriado tratamento tributário ao setor, equiparação do regime tributário a todos os ramos do cooperativimo, fim da incidência do PIS/Pasep e da Cofins sobre o faturamento bruto das cooperativas, além da regulamentação das cooperativas de trabalho, habitacionais, de transporte e de eletrificação rural, entre outras cruzadas.

Importante conquista foi a rejeição, pela CDU – Comissão de Desenvolvimento Urbano da Câmara dos Deputados do projeto de Lei (80/2011), que permitia aos condomínios a aquisição de personalidade jurídica, com efeitos catastróficos sobre os condôminos, vítimas do aumento de despesas decorrentes da transformação. O colegiado acolheu parecer contrário de Junji, relator da matéria posteriormente sepultada.

Uma das grandes cruzadas de Junji na atualidade, assinalou Del Grande, é a defesa do Sistema S, que inclui o Sescoop, aniversariante da noite, responsável pela formação profissional, promoção social e monitoramento das cooperativas. Depois de conseguir enterrar a ideia de incluir a arrecadação de contribuições ao Sistema S num fundo geral da União para posterior repasse às entidades, ele está às voltas com um projeto (10.372/2018) que tem o propósito de aperfeiçoar o combate a todo tipo de crime, assim como agilizar e modernizar a investigação criminal e a persecução penal. Porém, embute dispositivo mortal para a série de serviços prestados pelas instituições do Sistema S: retira 25% da arrecadação do Sistema S para financiar a segurança pública.

Se aprovada como está, a proposta inviabilizaria ações desenvolvidas pelo Sescoop e demais organizações mantidas com as contribuições de empresas privadas ao Sistema S. Com o apoio do deputado federal Baleia Rossi (SP), líder emedebista na Câmara dos Deputados, presente à solenidade, Junji foi indicado para compor a Comissão Especial da Casa, encarregada de analisar a matéria.

A seleção do time de representantes políticos do cooperativismo ocorreu em regiões regionais promovidas pelo Sistema Ocesp para detectar os pré-candidatos a deputado federal e ao Legislativo paulista com perfil de atuação mais incisiva em defesa do setor. O apoio dado independe do partido e da respectiva bandeira ideológica, como explicou Del Grande.

Para Del Grande, a história de vida de Junji o credencia como candidato do cooperativismo. “A cultura do cooperativismo e do associativismo está na formação dele que sempre defendeu as causas do movimento, muito antes de disputar sua primeira eleição”, emendou, após apresentação multimídia com os destaques do trabalho pró-cooperativismo desenvolvido pelo deputado, desde que era jovem liderança rural e não cogitava ingressar na vida pública.

Numa iniciativa inédita, Junji apresentou e teve acolhida pelo governo federal uma emenda parlamentar que beneficia toda corrente produtiva de flores e plantas ornamentais, do produtor ao consumidor. A observação partiu de Del Grande. Ele se referiu ao repasse de R$ 200 mil à Ocesp para realização do estudo que subsidia as ações para dinamizar a estrutura produtiva, principalmente por meio de cooperativas, ampliar o consumo interno e incentivar as exportações.

Também ganhou destaque o avanço representado pela aprovação, na Câmara dos Deputados, do projeto de Lei (4937/2013), de autoria de Junji, que dispensa os cultivares de flores e plantas ornamentais, de domínio público, da obrigatoriedade de inscrição no RNC – Registro Nacional de Cultivares do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. Falta apenas o aval do Senado para a proposta virar lei.

Emocionado, Junji assinou o termo de compromisso com a categoria, evidenciando sua convicção de que “o arranjo cooperativista é mais que um sistema econômico, porque se propõe a fazer uma reforma social dentro do capitalismo, estabelecendo-se como o alicerce de uma sociedade igualitária onde as forças do capital e do trabalho tenham equilíbrio para o bem-estar geral”. As engrenagens, definiu, são a ação conjunta e ajuda mútua na busca de um resultado útil e esperado por todos.

Igualmente escolhido pelo setor em 2010 e 2014, o deputado enalteceu a iniciativa do Sistema Ocesp, “primeiro grupo classista que se se conscientizou da importância de contar com um braço político e se propôs a definir seus apoiados, desenvolvendo ampla campanha em favor dos apoiados” para o Congresso e para a Assembleia Legislativa. Del Grande rememorou o posicionamento do presidente da OCB – Organização das Cooperativas Brasileiras, Márcio Lopes de Freitas, sobre a necessidade de participação efetiva no processo eleitoral, mobilizando a categoria para votar nos candidatos do cooperativismo, visando fortalecer a defesa das causas do setor. “Não falo apenas dos dirigentes, mas das bases. Espalhem o apelo cooperativista para voto no deputado federal Junji Abe”, reiterou.

Satisfeito com a indicação de Junji Abe como candidato do cooperativismo à Câmara dos Deputados, Américo Utumi, assessor da Presidência do Sescoop, lembrou dos tempos em que os dois batalharam juntos para convencer o governo federal a desistir de tabelar produtos hortigranjeiros. “Brigamos muito e, por fim, vencemos. O Junji sempre foi grande liderança na defesa da agricultura, do pequeno produtor e do cooperativismo. Queremos muito que ele permaneça no Congresso para continuar defendendo a agricultura e as causas cooperativistas”.

Ao discursar para a plateia de lideranças paulistas, Del Grande chamou a atenção para a responsabilidade do voto no dia 7 de outubro. “Eleger pessoas comprometidas com as nossas causas é a melhor homenagem que podemos prestar ao cooperativismo”, conclamou, intensamente aplaudido no evento que incluiu presenças ilustres, como o governador Márcio França (PSB) e o pré-candidato ao governo paulista Paulo Skaf (MDB), presidente licenciado do Sistema Fiesp/Ciesp – Federação e Centro das Indústrias do Estado de São Paulo, além do secretário estadual da Agricultura e Abastecimento, Francisco Sérgio Ferreira Jardim, de Rinaldo Ikemori e Guiichi Arai, respectivamente, presidente e vice-presidente da CERMC – Cooperativa de Eletrificação e Desenvolvimento da Região de Mogi das Cruzes – terra natal de Junji, entre outros.

Alma cooperativista
A cultura do cooperativismo e do associativismo está na formação de Junji como ser humano. Nasceu em meio agrícola. Pertence à terceira geração da família Abe na agricultura. Aos 26 anos, já presidia a Associação de Biritiba e Capela os dois maiores pólos produtores de hortigranjeiros do Cinturão Verde do Alto Tietê. Ainda jovem, foi diretor do Sindicato Rural de Mogi das Cruzes, na Grande São Paulo, entidade que viria a presidir por 20 anos consecutivos. Em igual período, integrou a cúpula de comando da Faesp – Federação da Agricultura do Estado de São Paulo.

Como vereador (1973-1976), eleito com a maior votação da história de Mogi das Cruzes – 13% do colégio eleitoral, completou a missão de implantar o primeiro sistema cooperativo de telefonia rural do Brasil, com mais de mil terminais em quatro municípios. A iniciativa se deu em 1975, via Cooperativa Rural de Telecomunicações de Mogi das Cruzes, fundada e presidida por ele. Nos anos seguintes, o modelo inspirou dezenas de outras similares no País.

Dono de um histórico de mais de 50 anos como líder rural de entidades representativas em nível federal e estadual, foi dirigente das cooperativas agrícolas Cotia (CAC), Sul Brasil e também da Avícola Mista Itapeti – todas da Regional Mogi das Cruzes, liquidadas entre as décadas de 1980 e 1990 pela escalada inflacionária que gerou dívidas impagáveis junto aos bancos.

Na época, conheceu e passou a conviver com ícones do cooperativismo, como o saudoso Antônio Rodrigues Filho, ex-presidente da Ocesp, e Gervásio Inoue, no comando da CAC – Cooperativa Agrícola de Cotia. Eles sabiam da importância da representação política do cooperativismo para garantir a implantação de políticas públicas adequadas ao sistema e viabilizar os avanços necessários ao segmento. E atuavam pesado na conscientização das bases para eleição de políticos comprometidos com a causa cooperativista.

A filosofia foi seguida à risca por Roberto Rodrigues, um dos mais renomados especialistas em cooperativismo no planeta, e seus abnegados discípulos: Márcio de Freitas, presidente da OCB; Américo Utumi; e o combativo Edivaldo Del Grande, presidente do Sistema Ocesp que Junji classifica como “um guerreiro voraz na defesa do setor”.

A partir da juventude e ao longo da jornada na vida pública, como deputado estadual (1991-2000), prefeito de Mogi das Cruzes (2001-2008) e no segundo mandato como deputado federal (assumiu em 21 de fevereiro de 2018), Junji teve a oportunidade de conviver mais e aprender muito com os baluartes do cooperativismo. Tantas lições recebidas só consolidaram nele a devoção ao sistema cooperavista. Atualmente, é cooperado da Veiling Holambra como um dos grandes produtores de orquídeas do Estado de São Paulo.
Mais informações:

Mel Tominaga
Jornalista – MTB 21.286
Tels: (11) 99266-7924 e (11) 4721-2001
E-mail: mel.tominaga@junjiabe.com
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  Paulo Skaf, pré-candidato a governador, participa da solenidade  
         
 
Pela terceira vez consecutiva, Junji é o indicado do cooperativismo à Câmara dos Deputados
 
         
 
Amigo de longa data, Américo Utumi:
 
         
 
Junjii assina termo de compromisso, evidenciando sua convicção de que “o arranjo cooperativista é o alicerce de uma sociedade igualitária"
 
         
 
Mais de mil dirigentes de cooperativas participam da solenidade
 
         
     
 
 
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