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Derrubando muralhas
Quinta-feira, 08 de Dezembro de 2016 Enviar por e-mail Versão para Impressão acessos
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A falta de segurana sempre desponta entre as questes que concentram o maior clamor popular por resoluo. No bastassem as incontrolveis aes do poderoso crime organizado, encastelado na cadeia produtiva das drogas, para piorar, a violncia aumenta quanto maior a crise econmica. A horda de marginais inclui os desocupados que vandalizam bens pblicos e privados, acarretando mais um bocado de prejuzos materiais e sociais. assim quando invadem e destroem escolas ou postos de sade, por exemplo. As notcias dos malfeitos esto a e, infelizmente, viraram rotina.

Em Mogi das Cruzes, no diferente. O que mudou foi a maneira de lidar com o problema. Por muito tempo, os prefeitos se esconderam sob o argumento de que a segurana pblica cabe ao governo estadual. De fato, uma atribuio de competncia do Estado. Mas, no implica exclusividade. O combate violncia exige a conjugao de esforos do poder pblico, nas trs esferas, e da sociedade.

Assim que assumimos a Prefeitura, em 2001, tnhamos cristalino o preceito de combater a violncia trabalhando com duas frentes bsicas e simultneas: programas sociais e segurana pblica. A primeira abrangia polticas ativas de incluso social pautadas pela valorizao do ser humano, incentivo cidadania, estmulo cultura e aos esportes, gerao de emprego e renda, reinsero no mercado de trabalho, assistncia social e reintegrao sociedade. Esse trabalho instituiu uma rede de proteo, tratamento e apoio s pessoas de todas as idades, em risco de excluso social.

A segunda frente incluiu uma srie de investimentos. Numa iniciativa indita na histria da Cidade, criamos a Central Integrada de Emergncias Pblicas (Ciemp), com 34 cmeras de monitoramento (amplitude de 360 graus) e outras mais de 60 fixas em escolas e unidades de sade. Os equipamentos passaram a operar em locais estratgicos e contribuem de forma decisiva para reduzir a criminalidade. Seja inibindo a ao dos bandidos, seja possibilitando sua identificao, captura e punio.

O videomonitoramento deu to certo que se transformou no principal instrumento de segurana na Cidade, a partir da atuao integrada entre os profissionais da Ciemp e os das polcias. No por menos, a populao reivindica o contnuo aumento do nmero de cmeras para inibir todo tipo de crime, inclusive o vandalismo. O poder pblico precisa e muito lanar mo das novas tecnologias que tragam benefcios sociais, assim como incorporar programas solidrios de preveno violncia, desenvolvidos em parceria com o setor privado.

Antes da Ciemp, j havamos inovado com a criao da Guarda Municipal, dotada de guarnio motorizada (viaturas e motos), alm da central de alarmes que reforou a vigilncia dos prdios pblicos principalmente, escolas e postos de sade e da implantao do Sistema Infocrim (Sistema de Informaes Criminais), em convnio com o Estado, que mapeia as ocorrncias policiais gerando informaes para otimizar programas j existentes e adotar outras aes preventivas.

Houve mais medidas importantes no conjunto de aes para combater a violncia. No campo de obras e servios, a Prefeitura investiu pesado em iluminao pblica para eliminar milhares de pontos escuros. J a implantao da Lei Seca, que probe a venda de bebidas alcolicas aps a meia-noite, teve repercusso direta na expressiva reduo de crimes homicdio, sequestro, trfico de drogas, leso corporal e embriaguez ao volante, entre outros como comprovam estatsticas policiais. Em especial, contribuiu para diminuir a incidncia de conflitos domsticos ocasionados pelo consumo abusivo de lcool.

Paralelamente s iniciativas prprias, a Prefeitura tambm aplicou recursos para melhorar as condies de trabalho da Polcia. Respondeu, por exemplo, pelas novas instalaes da Delegacia de Defesa da Mulher, no Parque Monte Lbano. O prdio, de 400 metros quadrados construdos, fica a menos de uma quadra do Instituto Mdico Legal (IML), encurtando a distncia que as vtimas tm de percorrer para realizar os exames indispensveis investigao. A reestruturao aprimorou o atendimento s mulheres que recorrem DDM j enfrentando um sofrimento descomunal.

Ainda no mbito de intervenes estruturais, a Prefeitura atuou em parceria com o governo do Estado para a implantao do Comando de Policiamento de rea Metropolitano 12 (CPAM-12) e da Delegacia do Idoso. Tambm viabilizou a transferncia da Delegacia de Investigaes sobre Entorpecentes (Dise) para o prdio do 1 Distrito Policial, reformou as instalaes do Garra, executou as reformas e responde pela manuteno dos Distritos Policiais de Braz Cubas, Jundiapeba, Csar de Souza e do 1 DP, assim como da sede da Delegacia Seccional.

Elevar a qualidade do servio prestado pela Polcia uma tarefa que tambm passa pela valorizao dos profissionais. Por meio de lei municipal, estendemos a gratificao mensal, paga pela Prefeitura, para todo o efetivo das Polcias Militar (inclusive bombeiro, rodovirio e ambiental) e Civil. o pr-labore, antes restrito aos PMs. O Municpio tambm custeia locao de prdios, energia eltrica, telefones, combustvel e manuteno de viaturas dos rgos de segurana.

As justas reivindicaes do povo mogiano confirmam a necessidade de conjugao de esforos do poder pblico e da sociedade estabelecendo as diretrizes de uma nova postura do Municpio em relao segurana pblica. Em que pese o policiamento ostensivo e repressivo ser uma obrigao do Estado, a Prefeitura no pode e nem deve se furtar da responsabilidade de atuar na preveno da violncia. Foi assim que a populao deu a ordem geral para a derrubada da muralha de atribuies em prol do interesse comum.

Todas essas iniciativas foram cultivadas, aperfeioadas e ampliadas, assim como inspiraram outras grandiosas aes, ao longo das duas gestes do meu sucessor Marco Bertaiolli (PSD). E assim que deve ser. Nada to bom que no possa ser melhorado. Ao mesmo tempo, o bom gestor pblico prende-se a resultados, nunca a personalidades nem colorao partidria. Portanto, minha expectativa de que o trabalho continue evoluindo a partir de 2017, na administrao do prefeito Marcus Melo (PSDB).

Fique claro ainda que o bem-estar coletivo extrapola os limites dos espaos pblicos para semear o convvio harmonioso nos lares. preciso cultivar esse conceito em cada indivduo. E fazer acontecer. A mulher tem o dom e a sensibilidade para arregimentar a integrao familiar porque sabe, por instinto, proteger os filhos, maior patrimnio de um casal. S precisa receber ateno, informao e ajuda para cumprir sua misso. A reside o dever das polticas pblicas. Assim, de ponto a ponto, de lar em lar, a sociedade evoluir em qualidade de convvio, com sensao de segurana e segurana de verdade.
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